Projeto Caravelas
“O rio, quando esquece onde nasce, seca e morre.”
(Provérbio Africano – Baixe aqui)
O Projeto Caravelas é uma iniciativa, coordenada por Gilson Santos, com foco em Genealogia e História Familiar. A seguir, alguns poucos textos, os quais constam de um acervo mais amplo. Para contatos, clique aqui.
PANORÂMICA HISTÓRICA
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[PDF] Família Santos: Síntese Genealógica (38 páginas) – Quadros com a mais recente atualização da síntese genealógica familiar.
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Azeredos e Coutinhos, “Grinaldas” e Maldonados – O texto percorre a trajetória histórica de uma linhagem familiar, desde os primórdios da colonização brasileira até o auge da cafeicultura do Vale do Paraíba, e especificamente no Centro-Norte fluminense, no século dezenove.
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[PDF] Uma Linhagem Terceirense de Cristãos-Novos; Um Trajeto Histórico-Genealógico (65 páginas) – Em cinco capítulos, a trajetória histórico-genealógica de uma família, por meio de uma específica linhagem selecionada em dez gerações, constitui-se em um caso bastante ilustrativo, e até emblemático, do percurso de cristãos-novos nos domínios do Império Português, incluindo as suas ex-colônias.
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“E agora, José?” – Um recorte histórico, em forma de crônica familiar, no qual o autor percorre uma sucessão “joseense” em sua ancestralidade patronímica.
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[PDF] Do Mar à Ajuda; História silenciosa de uma órfã de Lisboa (7 páginas) – Entre o Atlântico e o Tejo, Do Mar à Ajuda reconstrói a vida silenciosa de uma jovem órfã açoriana, acolhida pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e casada sob dispensa régia na freguesia da Ajuda, no tempo de D. Maria I.
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[PDF] O Apelido Feminino “Grinalda” (9 páginas) – Ao traçar um percurso histórico e geográfico, intencionalmente selecionado, do apelido feminino Grinalda, o autor percorre o trajeto brasileiro da história de sua família, concluindo no município onde nasceu.
CIDADE DO RIO DE JANEIRO
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[PDF] Um Advogado em São Sebastião; O Licenciado Jorge Fernandes da Fonseca e sua Família (31 páginas) – Uma panorâmica da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro no início do século dezessete, com uma introdutória apresentação do Licenciado Jorge Fernandes da Fonseca e sua família.
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Fundação da cidade do Rio de Janeiro: Belchior de Azeredo – “O fidalgo Belchior de Azeredo teve uma participação muito importante nas origens da Capitania do Espírito Santo, e também no consórcio com Mem de Sá e seu sobrinho, Estácio de Sá, nas origens da cidade do Rio de Janeiro”.
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As Primeiras Famílias Fluminenses e Sua Urbe – O Rio de Janeiro nasceu, no século XVII, como uma pequena cidade-porto atlântica estruturada em torno do Morro do Castelo, do eixo urbano da Rua Direita e do porto da Baía de Guanabara, onde as primeiras famílias fluminenses articularam redes sociais, económicas e territoriais que conectavam o Atlântico ao interior da capitania.
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A Cidade do Rio de Janeiro no Século XVI – O texto traz uma síntese sobre a cidade do Rio de Janeiro, desde a sua fundação até a virada para o século dezessete. A parte final do texto apresenta cinco dos seus primeiros povoadores, com alguns poucos dados familiares.
REGIÃO AÇUCAREIRA NO LESTE DA BAÍA DE GUANABARA
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O Engenho dos Pachecos – Frei Agostinho de Santa Maria (1723) – “… ainda hoje se chama o Engenho dos Pachecos. Este tal Fulano Pacheco fundou também a nossa Senhora uma Casa, onde colocou uma Imagem sua, a quem deu o título de Nossa Senhora do Desterro, e este tal homem, chamado Pacheco, festejava a Senhora todos os anos.”
ENTRE MONDIM DE BASTO E AMARANTE
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Entre duas velhas pontes da Região Maronesa – Texto no qual se situa a região de origem da Família Santos na margem esquerda do rio Tâmega, entre os concelhos de Mondim de Basto e Amarante.
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A Porta de Entrada do Marão – “Ao lado ocidental do Marão, o núcleo de Aboadela era a porta de entrada, constituindo-se no principal ponto de acolhimento, apoio e informação para quem chegava àquela paisagem de montanha.”
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Aboadela e a Antiga Via do Marão – “Na Serra do Marão, a principal via utilizada para a transposição tinha um traçado entre Amarante e Vila Real, e o troço entre Aboadela e a Veiga da Campeã era ‘a parte mais acidentada do percurso’, tendo a via de vencer um desnível de cerca de oitocentos metros”.
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[PDF] João Gonçalves dos Santos (1815-1891); Testemunha em Processo de Inquirição de Genere (3 páginas) – Os testemunhos foram colhidos em Aboadela, em 8 de agosto de 1859.
REGIÃO CAFEEIRA NO CENTRO-NORTE FLUMINENSE
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[PDF] A Família Clemente Pinto; Um Trajeto Histórico-Genealógico (22 páginas) – Trajeto Histórico-Genealógico da família Clemente Pinto, que, especialmente por meio do Barão de Nova Friburgo e seus descendentes, teve participação marcante em mais de um século na história do Brasil.
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De Aboadela para o Centro-Norte Fluminense – “Tornou-se dinâmico o fluxo de notícias, informações, pessoas e familiares entre Aboadela e a região Centro-Norte Fluminense, onde estavam as principais fazendas da Família Clemente Pinto, em especial do Barão de Nova Friburgo e de seus descendentes.”
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[PDF] A Família Açoriana Coelho da Rocha; Um Trajeto Histórico-Genealógico (18 páginas) – Trajeto Histórico-Genealógico de uma família. Tem início na Ilha Terceira, nos Açores, particularmente nas freguesias de Vila Nova e Altares. O relato conclui-se na antiga freguesia de São José de Leonissa (atual Itaocara, Rio de Janeiro), e especificamente no distrito de Portela, o terceiro do município.
SÃO FIDÉLIS E REGIÃO
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Memórias de um aluno interiorano – “As duas famílias referidas suscitaram uma descendência numerosa. Estas, assim como as outras famílias da região, defrontaram-se com um desafio: Como suplementar a formação educacional de seus filhos?”
CAMPOS DOS GOYTACAZES
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[PDF] A Família Açoriana Rocha Borba; Um Trajeto Histórico-Genealógico (23 páginas) – Trajeto Histórico-Genealógico de uma família. Tem início na Ilha Terceira, nos Açores, particularmente na freguesia de Doze Ribeiras, e conclui com Jurandir Gonçalves Rocha (1939-1982), pastor batista fluminense.
LINKS
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Família Santos: Genealogia – Ambiente genealógico administrado por Gilson Santos. A árvore genealógica da família é apresentada. O site admite inscrição de novos membros, e você pode contribuir incluindo dados familiares, inclusive vinculando a sua árvore.
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Ramo dos Pachecos de Itaboraí – Ambiente genealógico administrado pelo Prof. Deivid Antunes da Silva Pacheco, remanescente da família Pacheco Resende em Itaboraí, RJ. O prof. Deivid preside atualmente o Instituto Histório e Geográfico Itaborahyense (IHGI), e atua junto à Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
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Para Além do Horizonte Azul; Minhas Mémorias – Coleção das memórias pessoais – “minhas histórias” – da Prof. Míriam de Oliveira Santos. Relatos simples, leves e agradáveis, sem datas e sem cronologia rígida.
RELATOS DIVERSOS
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Quatro caminhos que aprendi com meu pai – “Apesar de suas lutas, meu pai me ensinou quatro caminhos. Estes têm sido os quatro caminhos mais importantes da minha vida.”
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Há um ano, vi você partir… – Nadir Santos – “Com sofrimento e dor, que jamais podia imaginar sentir em minha vida outra vez, após a morte de meu pai, vi você sendo entregue à terra…”
OUTROS
- Aprender a Cuidar da Vida: Gerações. Comunidade e Transmissão – “Ao observar a história de quatro gerações de mulheres da minha família, torna-se visível como o modo de aprender a cuidar da vida…”
- Avós, tempo e legado: a fé que atravessa as gerações – “Avós podem não ser apenas figuras afetivas; podem ser elos da aliança, testemunhas da fidelidade de Deus, portadores de uma memória que sustenta o futuro.”
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Infância em Tempos Acelerados e Espaços Vazios – “A vocação da igreja, da família e da comunidade é restaurar a experiência da infância como um caminho com história e um lar com sentido.”
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Lar: Centro de Significado e Fundamento da Identidade – “A associação entre a existência e a identidade pessoal está amarrada ao senso de lugar e à sua constituição.”
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Da lima-da-Pérsia ao “Meu pé de Laranja Lima” – “Limas, livros e boas amizades. Num tempo de reveses, é sempre bom ter algo que torne a vida mais doce.”
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“Criança”, leia! – “Não se tira um livro da mão de uma criança. Se for necessário, negocia-se uma troca, uma substituição.”
ARTE
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Escolares de Albert Anker – “Tendo se dedicado a retratar o cotidiano rural e aldeão do século XIX, Anker tem sido chamado de ‘pintor nacional da Suíça’.”
POESIA
CITAÇÕES