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Discipulado: Prática e Supervisão

Amigos que vêm e que se vão

Amigos que vêm e que se vãoParece que essa é uma lógica da vida. Fazemos amizades, adquirimos colegas, e, em todo tempo a nossa vida vai assumindo novos desenhos em função da sua presença ou ausência.” Confira aqui.

Tiradentes Esquartejado – Pedro Américo

Romance XXIV ou da Bandeira da Inconfidência – Cecília Meireles

Os últimos dias de Cabral

Tiradentes Esquartejado – Pedro Américo “A intenção é estabelecer também a ideia de redenção, e o crucifixo ao lado evoca imediatamente a associação com o pretendido pano-de-fundo histórico e religioso.”

Romance XXIV ou da Bandeira da Inconfidência – Cecília Meireles “E os seus tristes inventores / já são réus — pois se atreveram / a falar em Liberdade / (que ninguém sabe o que seja).”

Os últimos dias de Cabral “Mas suas atitudes desastradas na Índia e o sacrifício da nau carregada de riquezas, na costa africana, renderiam a Cabral verdadeiro ostracismo.”

“Esta é, por certo, a terra que buscais” – Luís de Camões

Língua Portuguesa – Olavo Bilac

“Agora a Inês é Morta!” – Tragédia à portuguesa

“Esta é, por certo, a terra que buscais” – Luís de Camões – “Esta é, por certo, a terra que buscais / Da verdadeira Índia, que aparece; / E, se do mundo mais não desejais, / Vosso trabalho longo aqui fenece.”

Língua Portuguesa – Olavo Bilac“Última flor do Lácio, inculta e bela, / És, a um tempo, esplendor e sepultura: / Ouro nativo, que na ganga impura / A bruta mina entre os cascalhos vela…”

“Agora a Inês é Morta!” – Tragédia à portuguesa“Que furor consentiu que a espada fina, / Que pôde sustentar o grande peso / Do furor mauro, fosse alevantada / Contra uma fraca dama delicada?”

As amoras – Eugénio de Andrade

Oração para antes do trabalho – João Calvino

Muito trabalho antes de nossa fé – Gilson Santos

As amoras – Eugénio de Andrade“…mas quando um amigo / me traz amoras bravas / os seus muros parecem-me brancos, / reparo que também no meu país o céu é azul.”

Oração para antes do trabalho – João Calvino – “… que Tua bênção se estenda até nós, sem o que ninguém poderá prosperar no bem, e que tal favor nos sirva para testemunho de Tua bondade e assistência, por meio da qual reconheçamos o paternal cuidado que tens por nós.”

Muito trabalho antes de nossa fé – Gilson Santos “Houve muito trabalho de Deus antes de nossa fé. Há sempre uma longa história antes de nossa fé. Não há fé sem que antes esteja Deus. Sempre!”

A “Invisibilidade” do Mercado de Trabalho Informal

Trabalhos sem recompensa

Há pecado em não descansar? – Gilson Santos

A “Invisibilidade” do Mercado de Trabalho Informal “A sociedade tende a igualar os conceitos de trabalho e emprego, não enfrenta com olhos abertos este ‘mercado de trabalho invisível’, e, via de regra, dialoga com ele exclusivamente em níveis de marginalização e excludência.”

Trabalhos sem recompensa “Havia na cidade um homem pobre, porém sábio, que salvou a cidade com sua sabedoria; mas ninguém se lembrou mais dele.”

Há pecado em não descansar? – Gilson Santos “A fé cristã enfatiza a ordenança divina do trabalho. Mas também afirma que há pecado em não descansar: o pecado da avareza e da ambição desenfreada; o pecado de não parar e restaurar corpo e mente; o pecado de não direcionar o coração para agradecer e celebrar o Criador.”

“Paysannes au travail” – Georges Seurat

“As Respigadoras” – Jean-François Millet

“É vapor e correr atrás do vento

“Paysannes au travail” – Georges Seurat “A obra ‘camponesa’ de Seurat é marcada, assim, por um momento congelado no tempo, em que se encontram unificadas a generosidade da colheita, a dignidade do trabalho e a integração com a natureza.”

“As Respigadoras” – Jean-François Millet “Ele retrata três mulheres camponesas recolhendo grãos de trigo após a colheita. Nesta pintura Millet ilustra um direito concedido aos camponeses: recolher as espigas que restaram da colheita.”

“É vapor e correr atrás do vento”“O sol se levanta, o sol se deita, apressando-se a voltar ao seu lugar para novamente tornar a nascer. O ventro sopra em direção ao sul, gira para o norte: girando, girando vai o vento em suas voltas.”

Descanso dos Segadores (Rute e Boaz) – Millet

“Qual dos dois realizou a vontade do pai?”

O Encontro de Rute e Boaz – Károly Markó I

Descanso dos Segadores (Rute e Boaz) – Millet Harvesters Resting (Ruth and Boaz), 1850-53, Jean-François Millet (French Realist Painter, 1814-1875), Oil on canvas, 67.3 x 119.7 cm (26 1/2 x 47 1/8 in.), Museum of Fine Arts, Boston, Massachusetts, USA.

“Qual dos dois realizou a vontade do pai?” “Dirigindo-se ao primeiro, disse: ‘Filho, vai trabalhar hoje na vinha.’ Ele respondeu: ‘Não quero’; mas depois, reconsiderando a sua atitude, foi.”

O Encontro de Rute e Boaz – Károly Markó I The Meeting of Ruth and Boaz (Ruth és Boáz találkozása), 1857, Károly Markó the Elder (Hungarian painter and illustrator, 1791-1869), Oil on canvas, 107 x 138 cm, Private collection (Virág Judit Galéria és Aukciósház, Budapest, Hungary).

Rute e Boaz – Barent Fabritius

Verão, ou Rute e Boaz – Poussin

Santo Antão e a Tentação do “Vil Metal” – Fra Angelico 

Rute e Boaz – Barent Fabritius Ruth and Boaz, 1660, Barent Fabritius (Dutch Baroque Era Painter, 1624-1673), oil on panel, 49 x 39 cm (19.3 x 15.4 in.), The Hermitage, St. Petersburg, Russia.

Verão, ou Rute e Boaz – Poussin The Summer (Ruth and Boaz) / L’été (Ruth et Boaz), 1660-1664, Nicolas Poussin (French Baroque Era Painter, 1594-1665), oil on canvas, 118 x 160 cm, Musée du Louvre, Paris, France. From the series:The Four Seasons.

Santo Antão e a Tentação do “Vil Metal” – Fra Angelico “Um céu azul, azul de brigadeiro, testemunha a superação do anacoreta a uma fraqueza por demais comum no Brasil, talvez com algum destaque para a capital. Por aqui, o ‘vil metal’ tem comprado a consciência com imensa facilidade…”

CONFIRA TAMBÉM OS POSTS A SEGUIR

O Estado não é um fim em si mesmo – João Calvino O Estado como autoridade delegada, não autônoma – Francis A. Schaeffer O poder tem limite! – Diderot

O Estado não é um fim em si mesmo – João Calvino “Pois é afrontoso e irrazoável que ao rebaixar a excelsitude de Deus prevaleça a eminência destes, eminência que, uma vez que depende daquela, portanto, para com ela nos deve conduzir.”

O Estado como autoridade delegada, não autônoma – Francis A. Schaeffer “Por que os cristãos no império romano eram lançados aos leões? Do ponto de vista cristão era por razões religiosas. Mas do ponto de vista do Estado Romano eles estavam em desobediência civil, eram rebeldes civis.”

O poder tem limite! – Diderot“O homem não pode nem deve dar-se inteiramente e sem reserva a um outro homem, já que tem um mestre superior que está acima de tudo, a quem pertence inteira e exclusivamente.”

Amigos que vêm e que se vão

O Amigo Importuno – William Holman Hunt 

Relacionamentos Duradouros – Gilson Santos

Amigos que vêm e que se vão “Parece que essa é uma lógica da vida. Fazemos amizades, adquirimos colegas, e, em todo tempo a nossa vida vai assumindo novos desenhos em função da sua presença ou ausência.”

O Amigo Importuno – William Holman Hunt ”Digo-vos, mesmo que não se levante para dá-los por ser amigo, levantar-se-á ao menos por causa da sua insistência, e lhe dará tudo aquilo de que precisa.”

Relacionamentos Duradouros – Gilson Santos “Todos nós precisamos de relacionamentos profundos, mas também autenticamente duradouros com sua presença… Se você os tem, valorize-os; se não tem, considere construí-los. Talvez lhe façam falta; se não hoje, no futuro.”

Homens e Amizade – Thabiti Anyabwile

Jó e seus Amigos – Ilya Repin

“Palavras são usadas para parecerem boas” – Diane Langberg

Homens e Amizade – Thabiti Anyabwile “A diferença entre os homens com os quais tenho jogado basquete e os que considero amigos está na quantidade das coisas que compartilhamos de nós mesmos. Os amigos compartilham aquilo que é significativo.”

Jó e seus Amigos – Ilya Repin Job and His Friends, 1869, Ilya Repin (Ukrainian-born Russian Realist Painter, 1844-1930), Oil on canvas, 133 × 199 cm, The State Russian Museum, St. Petersburg, Russia.

“Palavras são usadas para parecerem boas” – Diane Langberg “Vivemos em uma cultura onde palavras são usadas para parecerem boas, mas quando submetidas ao critério da realidade comprovam-se como sendo nada mais que mentiras.”

O Índio e a Escrita

Três Pilares no Conceito Secular de Cultura

Volta às Trincheiras – Eliseu Visconti

O Índio e a Escrita “Dessa vez o índio ficou sabendo do significado da escrita. Por isso, quando a gente escreve, a gente já pode se ausentar.”

Três Pilares no Conceito Secular de Cultura “A cultura dá um sentido de segurança, de identidade, de dignidade, de ser parte de um todo maior e de partilhar a vida de gerações anteriores e também das expectativas da sociedade com respeito a seu próprio futuro.”

Volta às Trincheiras – Eliseu Visconti Volta às Trincheiras (Back to the Trenches), ca. 1917, Eliseu Visconti (Pintor brasileiro, 1866-1944), óleo sobre tela, 95 x 125 cm, Fundação Edson Queiroz, Universidade de Fortaleza, Fortaleza, CE, Brasil.

A Gravura de Carlos Oswald (1882-1971)

O Banquete de Belsazar – John Martin

Os Limites da Teoria – Souza Minayo

A Gravura de Carlos Oswald (1882-1971) “Considerado o mestre da calcogravura brasileira, Carlos Oswald teve direta influência em uma nova concepção da forma de gravar”.

O Banquete de Belsazar – John Martin“Entretanto, tudo isto empalidece diante do brilho sobrenatural da escrita que apareceu na parede do salão, anunciando a desgraça do rei Belsazar.”

Os Limites da Teoria – Souza Minayo “Nenhuma teoria, por mais bem elaborada que seja, dá conta de explicar ou interpretar todos os fenômenos e processos”.