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A Batalha entre o Carnaval e a Quaresma – Bruegel

A Batalha entre o Carnaval e a Quaresma – Bruegel“Do lado esquerdo, encabeçando os festejos estridentes junto à pousada, um “cavaleiro” obeso, literalmente montado em um barril de cerveja com uma bisteca de porco espetada, representa o Carnaval. A bolsa de facas em seu cinto indica que ele é um açougueiro.” Confira aqui.

O poder de uma semente – Max Lucado

Mal Secreto – Raimundo Correia

A Batalha entre o Carnaval e a Quaresma – Bruegel

O poder de uma semente – Max Lucado “Jamais deixe de dar valor ao poder de uma semente.” (Max Lucado)

Mal Secreto – Raimundo Correia “Quadro em que Gérôme mostra o resultado de um duelo após um baile à fantasia. (…)  As fantasias da festa ‘encobrem’ a tragédia na vida.”

A Batalha entre o Carnaval e a Quaresma – Bruegel“Do lado esquerdo, encabeçando os festejos estridentes junto à pousada, um “cavaleiro” obeso, literalmente montado em um barril de cerveja com uma bisteca de porco espetada, representa o Carnaval. A bolsa de facas em seu cinto indica que ele é um açougueiro.”

O Prazer – Conselho de um Demônio Veterano ao seu Jovem Sobrinho

A Máscara – Augusto dos Anjos

A Primeira Lição – Zalina Rolim

O Prazer – Conselho de um Demônio Veterano ao seu Jovem Sobrinho – “Eu sei que nós temos alcançado muitas almas através dos prazeres; mas não nos esqueçamos que todo prazer é invenção dEle! Ele criou todos os prazeres.”

A Máscara – Augusto dos Anjos – “Eu sei que há muito pranto na existência, / Dores que ferem corações de pedra, / E onde a vida borbulha e o sangue medra, / Aí existe a mágoa em sua essência.”

A Primeira Lição – Zalina Rolim – “E com tanta razão / Que, abrindo atento o livro misterioso, / Raul pediu, ansioso, / A primeira lição.”

O Livro e a América – Castro Alves

Silêncio, por favor!

O “Se” e o Rio – Gilson Santos

O Livro e a América – Castro Alves – “Oh! Bendito o que semeia / Livros… livros à mão cheia… / E manda o povo pensar! / O livro caindo n’alma / É germe — que faz a palma, / É chuva — que faz o mar.”

Silêncio, por favor!“O ser humano carece de períodos de quietude a fim de que cresça em sabedoria e estatura. Este é importante para a nossa vida física, emocional e espiritual. Parece, entretanto, que quanto mais superficial for uma sociedade, tanto menos silêncio.”

O “Se” e o Rio – Gilson Santos  – “Se te afiguram a desilusão e o cansaço, / e as cicatrizes de duros e frios golpes, / e o perfil do desamparo, / e o registro de amargas derrotas…”

Escolares de Albert Anker

A Caminho da Escola – Eliseu Visconti

“Preferimos a caçada ao momento da morte da presa” – Blaise Pascal

Escolares de Albert Anker – “Como artista, viajou por diversos países europeus. Especializou-se em pintar crianças (retratando alguns dos seus filhos, inclusive), entre elas muitos estudantes.”

A Caminho da Escola – Eliseu Visconti – A Caminho da Escola, c. 1925, Eliseu Visconti (Pintor brasileiro, 1866-1944), óleo sobre tela, 65 x 80 cm, Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Rio de Janeiro, Brasil.

“Preferimos a caçada ao momento da morte da presa” – Blaise Pascal “Eis a razão pela qual os homens apreciam tanto o barulho e o alvoroço. Eis porque a prisão pode ser uma punição tão aterradora. Eis porque os prazeres da solidão são considerados incompreensíveis.”

Inundação da Várzea do Carmo – Benedito Calixto

A patologização do “aluno-problema” – J. G. Aquino

O Extraordinário Prazer do Comum – Ludwig Tieck

Inundação da Várzea do Carmo – Benedito Calixto “Calixto faz com que o rio, um motivo cotidiano, frequentemente representado em pequenos suportes, aqui adquira a importância de personagem histórico do diálogo com a cidade.”

A patologização do “aluno-problema” – J. G. Aquino “A patologização do cotidiano escolar se deve muito à transposição dos muros da escola pelos discursos da medicina e da psicologia, e à apropriação dessa produção teórica pelos protagonistas da escola.”

O Extraordinário Prazer do Comum – Ludwig Tieck“Deveríamos fazer do comum algo de extraordinário e então nos surpreenderíamos descobrindo que está muito perto de nós a fonte de prazer que buscamos em algum lugar distante e difícil.”

“Paysannes au travail” – Georges Seurat

A Escola Noturna – Gerrit Dou

Cristianismo: Moderadamente Importante? – C. S. Lewis

“Paysannes au travail” – Georges SeuratSeurat encontrou seus temas nos subúrbios de Paris, que em 1880 eram zonas de conflito entre o avanço da industrialização e o deslocamento da vida rural. Era como se os camponeses suburbanos estivessem perdendo a sua identidade para a modernização.”

A Escola Noturna – Gerrit Dou – The Night School (De avondschool), ca. 1660-1665, Gerrit Dou (Dutch Baroque Era Painter, 1613-1675), oil on panel, 53 x 40.3 cm (20.9 x 15.9 in.), Rijksmuseum, Amsterdam, The Netherlands.

Cristianismo: Moderadamente Importante? – C. S. Lewis “O Cristianismo, se falso, não tem importância. Se verdadeiro, é de importância infinita; a única coisa que ele não pode ser é moderadamente importante.” (C. S. Lewis).

Chuva na floresta de carvalhos – Ivan Shishkin Professor: Liberdade e Criatividade O jovem Lutero canta diante da senhora Ursula Cotta em Eisenach – Ferdinand Pauwels

Chuva na floresta de carvalhos – Ivan Shishkin – Rain in an oak forest (Rain in the Oak Grove /Дождь в дубовом лесу /Deszcz w dębowym lesie / Chuva na floresta de carvalhos), 1891, Ivan Shishkin (also known as Iwan Iwanowitsch Schischkin, Russian Painter, 1832-1898), óleo sobre tela, 124 x 203 cm, (48.8 x 80.3 in.), The Tretyakov Gallery, Moscow, Russia.

Professor: Liberdade e Criatividade ”O professor necessita de liberdade e criatividade em sua ação. Um professor que simplesmente recita, não pode comunicar o essencial.”

O jovem Lutero canta diante da senhora Ursula Cotta em Eisenach – Ferdinand Pauwels “Uma janela ao fundo permite a projeção da luz, não apenas sobre a partitura, mas também sobre a vida do pobre e sofrido estudante, que canta distante do seu lar.”

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Uma fortaleza inabalável – Mateus Websky Tempo para Tudo Amigos que vêm e que se vão

Uma fortaleza inabalável – Mateus Websky “Então quando ouvimos a canção devemos imaginar uma fortaleza inabalável, apta a nos refugiar nos dias mais sombrios de batalha neste mundo. Não estamos falando de palácios (…). Nosso Deus nos mantém aqui (…) para lutarmos o bom combate vestindo a armadura de Deus.”

Tempo para Tudo“Tudo tem seu tempo, o momento oportuno para todo propósito debaixo do sol. / Tempo de nascer, tempo de morrer; / tempo de plantar, tempo de arrancar a planta. / Tempo de matar, tempo de sarar; / tempo de destruir, tempo de construir.”

Amigos que vêm e que se vão “Parece que essa é uma lógica da vida. Fazemos amizades, adquirimos colegas, e, em todo tempo a nossa vida vai assumindo novos desenhos em função da sua presença ou ausência. […] Todos nós precisamos de relacionamentos profundos, mas também autenticamente duradouros com sua presença…”

“Antes que… Jacó e Raquel (Soneto 29) – Luís de Camões George Müller (1805-1898); Inteira Dependência e Fé na Provisão de um Deus Gracioso e Soberano

“Antes que…” – “Antes que se rompa o fio de prata / e se despedace a copa de ouro / e se quebre o cântaro na fonte / e se parta a roldana do poço / e o pó volte à terra, como antes, / e o sopro volte a Deus, seu autor.”

Jacó e Raquel (Soneto 29) – Luís de Camões – “Os dias, na esperança de um só dia, / Passava, contentando-se com vê-la; / Porém o pai, usando de cautela, / Em lugar de Raquel lhe deu a Lia.”

[PDF]George Müller (1805-1898); Inteira Dependência e Fé na Provisão de um Deus Gracioso e Soberano (16 páginas) – “Famoso pelos orfanatos que fundou e pela fé impressionante que demonstrou… A teologia que foi a base de seu grande ministério não é muito conhecida.”

“As Respigadoras” – Jean-François Millet “A peregrina cidade de Jerusalém”. Jerônimo, Agostinho e o Império. Lado a Lado – Dave Furman

“As Respigadoras” – Jean-François Millet“Pintura a óleo por Millet concluída em 1857, e uma de suas mais famosas obras. Ele retrata três mulheres camponesas recolhendo grãos de trigo após a colheita. Nesta pintura Millet ilustra um direito concedido aos camponeses: recolher as espigas que restaram da colheita.”

“A peregrina cidade de Jerusalém”. Jerônimo, Agostinho e o Império.“Esta função agora estava cumprida, e Deus fez com que Roma seguisse o destino de todos os reinos humanos, recebendo o justo castigo por seus pecados e egoísmo. Roma nunca seria a cidade que satisfaria o coração humano. Somente a cidade de Deus poderia fazer isto.”

Lado a Lado – Dave Furman “O livro todo é uma boa abordagem para se lidar com o problema do sofrimento, e muito útil para o ministério pessoal, assim como para a ação poimênica em particular. Pode ser de bom recurso àqueles que aconselham.”

Flores de Amendoeira – Van Gogh Hagar and Ishmael (Agar e Ismael) As Quatro Estações – Nicolas Poussin

Flores de Amendoeira – Van Gogh“O ramo da amendoeira, que foi identificado por sua inflorescência, era um símbolo de esperança, de vida nova, de novos frutos. De um novo tempo que se aproximava.”

Hagar and Ishmael (Agar e Ismael) – J. C. Armytage / John H. Clark – 1860, James Charles Armytage  25 x 21 cm (9.84 x 8.27 in.), after John Heaviside Clark.  Illustration to Genesis 21:14-16.

As Quatro Estações – Nicolas Poussin“Clássico convite aos seres humanos a que considerem as estações da vida, e a identificarem-se realisticamente no fluxo terreal inexorável, que, na cosmovisão de Poussin, vai do paraíso ao juízo.”

Flor do Ermo – Gilson Santos

A Treliça e a Videira – Marshall & Payne

Presente, Passado e Futuro – Santo Agostinho

Flor do Ermo – Gilson Santos – “Machucadas almas, feridas de mal, / Intensas se abraçam, em esforço premente, / Não mais solitárias, têm alento real / A esperança renova ao ser padecente / Na aridez, a palavra é essência floral / Da Açucena que brota em deserto inclemente.”

A Treliça e a Videira – Marshall & Payne – “Ser um discípulo significa ser chamado a fazer novos discípulos (…). Porque todos somos discípulos de Cristo e temos com ele uma relação de professor e aluno, mestre e seguidor, todos nós somos fazedores de discípulos.”

Presente, Passado e Futuro – Santo Agostinho“Mas como é que diminui e se consome o futuro que ainda não existe? Ou ainda: como é que cresce o passado, que já não existe, a não ser pela existência dos três momentos no espírito que os realiza: expectativa, atenção e lembrança?”

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