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Quando se vai um filho criado na graça – Charles R. Swindoll

The Departure of the Prodigal Son (La despedida del hijo pródigo), c. 1660, Bartolomé Esteban Murillo

The Departure of the Prodigal Son (La despedida del hijo pródigo), c. 1660, Bartolomé Esteban Murillo (Spanish Baroque Era Painter, ca.1617-1682), 27 × 34 cm, Oil on canvas, Museo del Prado, Madrid, Spain. “El hijo pródigo o parábola de las edades de la vida: Su Despedida (adolescencia)”. High resolution here.

Alguns irão tirar vantagem da graça. Vão deturpá-la. É verdade, a graça apresentada em todo o seu charme e beleza é um risco. Ela faz sair debaixo das rochas tanto os que abusam quanto os que matam a graça. Crer na graça e viver na graça significa que alguns vão tirar proveito dela. Tenha certeza disso.

Alguns de vocês tiveram experiências maravilhosas em suas casas com seus filhos enquanto eles cresciam. Você os tratou graciosa e maduramente. Você lhes deu espaço para aprender, crescer, e até falhar, enquanto os amava, ensinava as Escrituras e os encorajava. Você criou seus filhos pela graça. Todavia, alguns de vocês estão passando por um período de desespero justamente agora, embora tivessem feito muitas coisas certas. Você deu ao seu filho a liberdade apropriada e soltou as rédeas quando pareceu estar na hora de fazê-lo. No entanto, quando seu garoto(a) chegou à idade da independência, ele ou ela virou-se contra você e, surpreendentemente, continua ainda nesse estado de espírito. A sua grande luta é com a culpa que o acompanha. Minha oração é que Deus possa ajudar a cada um que está passando por isso. Tenho observado que a maioria dos pais não tem qualquer razão para viver com essa culpa. Você pode estar lutando com alguma vergonha e embaraço também. Na realidade, o seu filho adulto tomou uma decisão e está vivendo na esteira das consequências, mas infelizmente isso faz impacto sobre você. Entristece-o. Você teme ser gracioso demais.

Deixar alguém partir não significa afastar-me, mas a compreensão de que não posso controlar outrem. Deixar partir é admitir falta de poder, o que significa que o resultado não está em minhas mãos.

(SWINDOLL, Charles R. O Despertar da Graça. São Paulo: Bompastor Editora, 1994. Textos extraído das páginas 49-50, 53 e 182-183, e ordenados aqui por mim em uma sequência linear.)

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