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Edwards e a Perfeita Beleza – George Marsden

Young Woman Playing a Violin, ca. 1612, Orazio Gentileschi

Young Woman Playing a Violin, ca. 1612, Orazio Gentileschi (Italian Baroque Era Painter, ca.1563-1639), oil on canvas, 83.19 × 97.79 cm (32.8 × 38.5 in), Detroit Institute of Arts, Detroit, MI, USA. Large size here.

“Beleza” foi o termo que Edwards usou mais especialmente para descrever o caráter das ações contínuas de Deus na criação e na redenção. “Beleza”, para Edwards, não era apenas um objeto de contemplação passiva e sim um poder transformador. Se alguém vê uma pessoa bela, disse Edwards, não pode deixar de ser atraído àquela pessoa. O coração da pessoa é atraído àquela beleza, e as ações da pessoa seguirão o seu coração. O mesmo acontece com a extraordinária beleza de Deus revelada em Cristo. A coisa mais bela em toda a realidade é um Ser perfeitamente bom sacrificar-se, com amor, em favor de criaturas rebeldes e ingratas. Se alguém vê a perfeita beleza desse amor, não pode deixar de ser atraído a ele. Portanto, o papel do evangelista é transmitir a verdade da revelação de Deus para que pecadores cegos para essa beleza, por causa do amor próprio, tenham, pela graça de Deus, seus olhos abertos para vê-la verdadeiramente. Se fizerem isso, seu coração será mudado e sua vida será dedicada a amar e servir a Deus e os outros.

(MARSDEN, George. A Breve Vida de Jonathan Edwards. São Paulo: Editora Fiel, 2015, p. 206)

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